Ser Sócio Imprimir
O candidato a associado do Sindicato dos Funcionários Judiciais tem ao seu dispôr  a ficha para  formalizar a sua adesão:
1 - Abrindo e preenchendo este formulário (67.78 kB)o qual deverá ser impresso, assinado e enviado por correio para:
Sindicato dos Funcionários Judiciais
Av. António Augusto Aguiar, 56-4.º esq.
1050-107 LISBOA

Sócio na Aposentação
O funcionário judicial que entra na situação de aposentação tem a possibilidade de continuar na qualidade de associado do SFJ, usufruindo entre outros, do benefício da Assistência Médica do Sindicato dos Funcionários Judiciais.
Lembramos ainda que, nos termos do n.º 3 do art.º 10.º do Estatuto do Sindicato dos Funcionários Judiciais, a quotização dos sócios na situação de aposentados é de quantitativo equivalente a 50% dos sócios do activo.
Para tal, deverá preencher e assinar esta minuta (15.87 kB)e enviá-la por correio para:
Sindicato dos Funcionários Judiciais
Av. António Augusto Aguiar, 56-4.º esq.
1050-107 LISBOA
Por sua vez este sindicato encarregar-se-á de a remeter à Caixa Geral de Aposentações.
 

Autenticação

Recortes de Imprensa
  • Notícias >> Recortes
    1. A falta de credibilidade da justiça portuguesa está a tornar-se muito preocupante. As pessoas conscientes começam a sentir isso de forma irreversível. Ora a justiça, no sentido mais amplo do termo, isto é, todo o processo judicial - juízes, Ministério Públi- co, Polícia Judiciária, advogados, solicitadores, funcionários judiciais -, é o pilar fundamental do nosso Estado de direito, tal como o define a Constituição, e uma das bases principais da nossa democracia. Se perde credibilidade, como tem vindo, repetidamente, a acontecer, é a própria democracia que entra em risco. O que é extremamente grave porque deixa de estar segura a nossa liberdade, como cidadãos livres de um país livre, desde a Revolução dos Cravos.
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    Freeport. Pinto Monteiro acusa Sindicato dos Magistrados do MP de actuar "como pequeno partido político" e garante que enquanto magistrado nunca leu um despacho como o dos procuradores Paes Faria e Vítor Magalhães. O PGR diz que é tempo de o poder político, seja ele qual for, decidir se pretende um MP autónomo ou "o actual simulacro".
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